Surto de gastroenterite força suspensão de aulas em Itapeva
Mais de 2.600 casos de gastroenterite foram registrados em Itapeva após a detecção de Cryptosporidium e E. coli na água, levando à interrupção das aulas.
Na manhã desta quinta-feira, as escolas municipais e estaduais de Itapeva (SP) tiveram as atividades suspensas após o Instituto Adolfo Lutz identificar a presença de parasitas em amostras de água coletadas na cidade. Nos últimos 20 dias, o município contabilizou cerca de 2.600 casos de gastroenterite.
Microrganismos responsáveis
Os exames apontaram Cryptosporidium, um protozoário resistente a cloro, e a bactéria Escherichia coli enteroagregativa, ambas capazes de provocar diarreia intensa. "A água contaminada pode causar diarreia prolongada", alerta a infectologista Flávia Falci.
Esses agentes são particularmente perigosos para crianças, idosos e pessoas com imunidade comprometida, podendo gerar desidratação grave e necessidade de internação.
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- Ferver a água por no mínimo cinco minutos antes de consumi-la ou usá‑la na preparação de alimentos.
- Lavar bem as mãos e os alimentos crus com água potável ou fervida.
- Manter a hidratação com soro de reidratação oral; procurar atendimento médico se houver sinais de desidratação ou sangue nas fezes.
As autoridades locais continuam monitorando a situação e reforçaram a distribuição de hipoclorito de sódio para desinfecção doméstica. Em caso de sintomas persistentes, a orientação é buscar avaliação médica.
Com informações de Folha — Equilíbrio e Saúde.
Texto produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir da fonte citada.
As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



