Distância semanal de corrida altera distribuição de gasto energético em mulheres
Estudo mostra que corredoras que correm mais gastam menos energia em atividades não‑exercício e apresentam metabolismo basal mais baixo, sem mudar o gasto total.
Pesquisadores da Universidade de Tsukuba investigaram como a distância percorrida semanalmente influencia a forma como corredoras de resistência distribuem seu gasto energético diário.
O estudo comparou corredoras com e sem amenorreia – condição de ausência de menstruação – e analisou componentes como gasto energético durante o exercício, termogênese de atividade não‑exercício (NEAT) e taxas metabólicas de repouso e sono.
Principais achados
- "Total energy expenditure and its components were similar" entre os dois grupos.
- Maior quilometragem semanal correlacionou‑se com maior gasto energético durante a corrida.
- Corredoras que correm mais apresentaram menor NEAT, indicando compensação em atividades cotidianas.
- Taxas metabólicas de repouso e sono foram menores em quem corre mais, embora o efeito diminuísse ao ajustar por massa magra e gordura.
Os resultados sugerem que volumes maiores de treinamento podem redistribuir o gasto energético, mantendo o total relativamente estável. Como o estudo é transversal, não se pode afirmar causa‑efeito; pesquisas longitudinais são necessárias. Mulheres que treinam intensamente devem acompanhar a saúde menstrual e consultar profissionais de nutrição ou medicina esportiva para evitar déficits energéticos.
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Texto produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir da fonte citada.
As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



