Envelhecimento da população brasileira exige políticas de longevidade digna
Brasil envelhece rápido; expectativa de vida subiu, mas há 12,5 anos de vida em má saúde, exigindo prevenção e políticas integradas.
O Brasil vive uma transformação demográfica acelerada: entre 1940 e 2024 a expectativa de vida ao nascer subiu de 45,5 para 76,6 anos. Hoje, quem chega aos 60 anos ainda tem, em média, 22,6 anos de vida, e a parcela da população com mais de 60 anos já corresponde a 16% do total, projetando‑se em 40% até 2070.
Desafio da saúde versus longevidade
Estudos da The Lancet Public Health apontam que a diferença entre expectativa de vida total e expectativa de vida saudável no Brasil chega a 12,5 anos, indicando muitos anos vividos com limitações de saúde. Embora o número total de anos seja comparável ao dos EUA, o Brasil registra um cenário de saúde semelhante ao da Líbia.
A ciência do envelhecimento indica que hábitos de vida podem reduzir esse hiato. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, relações sociais de qualidade, cuidado com a saúde mental e controle de fatores de risco cardiovascular – como colesterol, diabetes e hipertensão – são estratégias comprovadas. “Respeito exige distância reflexiva”, afirma o filósofo Byung‑Chul Han, lembrando a importância de olhar além das polarizações políticas.
Espaço disponívelSua marca aqui728×90 · In-ArticleConheça o mídia kit →- Priorizar prevenção ao longo da vida;
- Integrar políticas de saúde, educação e urbanismo;
- Fomentar iniciativas intergeracionais e combate ao idadismo.
Para transformar a longevidade em um projeto nacional, especialistas recomendam que indivíduos busquem orientação profissional antes de adotar mudanças significativas no estilo de vida.
Com informações de Folha — Equilíbrio e Saúde.
Texto produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir da fonte citada.
As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



