Quase 75% dos jogadores da NFL falecidos entre 2008 e 2023 tinham CTE
Estudo da Boston University estima que cerca de três quartos dos ex‑jogadores da NFL que morreram entre 2008 e 2023 apresentavam neuropatologia da encefalopatia traumática crônica (CTE).
Um estudo liderado por pesquisadores da Boston University estimou que aproximadamente 75% dos jogadores da NFL que faleceram entre 2008 e 2023 tinham encefalopatia traumática crônica (CTE), uma doença neurodegenerativa associada a impactos repetidos na cabeça.
Os autores analisaram 387 cérebros doados, dos quais 362 (94%) mostraram algum grau de CTE. Para corrigir o viés de seleção – já que famílias de jogadores com sintomas cognitivos são cinco vezes mais propensas a doar o cérebro – foram comparados os registros de óbitos de 2.362 jogadores do período estudado. O ajuste resultou em uma prevalência estimada de 74,5% entre todos os falecidos.
Como a CTE se manifesta
- Comprometimento cognitivo
- Alterações comportamentais
- Dementia
Em comparação, a CTE é rara na população geral, aparecendo em menos de 1% dos doadores de bancos de cérebros. Estudos anteriores indicam que ex‑jogadores da NFL desenvolvem demência a uma taxa quatro vezes maior que a população geral.
Espaço disponívelSua marca aqui728×90 · In-ArticleConheça o mídia kit →Os pesquisadores alertam que a estimativa se aplica apenas a jogadores falecidos e não prediz a prevalência entre atletas vivos. Ex‑jogadores preocupados com a saúde cerebral devem buscar avaliação com profissionais especializados em neurodegeneração. Recursos de apoio estão disponíveis através da NFL Players Association e da Concussion & CTE Foundation.
Com informações de Medical Xpress — Sports Medicine.
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As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



