Luta livre renasce como alternativa de atividade física no Brasil
Aulas de luta livre combinam combate, encenação e exercícios, melhorando condicionamento cardiorrespiratório, força e habilidades cognitivas.
A luta livre tem voltado à prática regular como opção de exercício, combinando combate coreografado e treinamento físico. A Brazilian Wrestling Federation (BWF) oferece aulas na Vila Ema, zona leste de São Paulo, onde 42 alunos aprendem aquecimento, força, resistência e, depois, movimentos no ringue.
A segurança depende da cooperação entre os lutadores, que aprendem a executar golpes de forma controlada para evitar lesões, conforme explica o treinador Bob Junior.
Benefícios físicos e cognitivos
Segundo o médico do esporte Bernardino Santi, a modalidade pode melhorar o condicionamento cardiorrespiratório, a coordenação e o fortalecimento muscular. Ele recomenda complementar as sessões com musculação para proteger as articulações.
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- Melhora da capacidade aeróbica
- Estimulação de áreas cerebrais ligadas à atenção e memória
O professor Leonardo Sousa Fortes, da UFMG, destaca que a necessidade de executar golpes e interpretar personagens ativa múltiplas regiões do cérebro, favorecendo atenção, memória e tomada de decisão no dia a dia.
Em Porto Alegre, a PWA reúne cerca de 30 praticantes de perfis diversos, promovendo a prática como passatempo e inclusão social.
“Preferi ir para o treino da BWF para me exercitar”, conta Breno Oliveira, estudante que encontrou na luta livre um lazer saudável longe dos videogames.
Com informações de Folha — Equilíbrio e Saúde.
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As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



