Ex‑NFL players têm alto risco de placa coronariana, aponta estudo
Estudo independente com 200 ex‑jogadores da NFL revela que quase 90% têm placa nas artérias coronárias, mesmo sem sintomas.
Um estudo preliminar apresentado nas sessões científicas da American Heart Association em Chicago, em novembro de 2026, analisou 200 atletas aposentados da NFL. Os participantes foram submetidos a tomografia computadorizada coronariana (CCTA) e a uma análise de placa coronariana baseada em inteligência artificial.
Os resultados mostraram que quase 9 em cada 10 tinham placa nas artérias coronárias e que 4 em cada 10 apresentavam estreitamento significativo. Apesar da gravidade, quase nenhum relatou sintomas e menos de um terço utilizava estatinas antes do exame.
"Quase 9 em cada 10 tinham placa", afirmou o coautor Campbell Rogers, M.D. O estudo também apontou que, ao visualizarem a placa, cerca de 90% dos que ainda não tomavam medicação decidiram iniciar tratamento, reforçando a importância da detecção precoce.
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- 200 ex‑jogadores avaliados;
- 90% com placa coronariana;
- 40% com estreitamento relevante;
- Baixa adesão pré‑exame a estatinas;
- Alta disposição para iniciar tratamento após diagnóstico.
Especialistas alertam que a ausência de sintomas não garante saúde arterial. Quem tem histórico de prática esportiva intensa ou fatores de risco cardiovascular deve consultar um cardiologista para avaliação e, se necessário, iniciar medidas preventivas.
Com informações de Medical Xpress — Sports Medicine.
Texto produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir da fonte citada.
As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



