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Domingo, 8 de novembro de 2026

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Nutrição

Deficiência de vitamina D alerta jovens ativos

Jovens atletas e estudantes colapsam no trabalho ou na rotina e descobrem níveis quase nulos de vitamina D, reforçando a importância da avaliação e suplementação adequada.

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FN
Por Redação FitnessNews · 2 min de leitura
Deficiência de vitamina D alerta jovens ativos
Foto: Couleur / Pixabay

Uma estudante de 23 anos, Saskia Reeves-Priestley, desmaiou repentinamente no trabalho e, após exames, constatou que seus níveis de vitamina D estavam "praticamente zero". O caso trouxe à tona a crescente incidência de deficiência dessa vitamina entre jovens, inclusive entre praticantes de esportes.

Prevalência e causas

No Reino Unido, pesquisas apontam aumento de casos de baixa vitamina D em faixas etárias jovens, sobretudo entre meninas e mulheres. Dados do Inquérito Nacional sobre Dieta e Nutrição revelam que quase um quarto dos adolescentes de 11 a 18 anos foi classificado como tendo deficiências nutricionais. No Brasil, estudos da Fiocruz indicam que mais de 50% da população adulta apresenta níveis insuficientes ou deficientes.

A vitamina D pode ser obtida através da alimentação – como peixes gordos e carnes – ou por meio de suplementos. Contudo, a principal fonte continua sendo a síntese cutânea quando a luz ultravioleta do sol atinge a pele. Fatores que reduzem essa produção incluem latitudes mais altas, inverno, uso de protetor solar, vestimentas que cobrem grande parte do corpo e pele mais escura, que requer mais exposição para gerar a mesma quantidade.

  • Alimentos ricos: salmão, sardinha, atum, fígado, ovos.
  • Exposição solar: 10‑15 minutos diários em braços e pernas, sem filtro, em horário de sol moderado.
  • Fatores limitantes: inverno, alta latitude, roupas cobertas, protetor solar, pigmentação da pele.

Os sintomas da deficiência são muitas vezes sutis, como fadiga, tontura, náuseas, palpitações, dores articulares e ósseas. "Eles a chamam de doença silenciosa", afirma a endocrinologista pediátrica Suma Uday, que alerta para a dificuldade de diagnóstico precoce.

Na prática

Para quem treina, estuda ou tem rotina intensa, a recomendação é observar sinais de cansaço excessivo ou dores inexplicáveis e, se necessário, solicitar exame de sangue para medir os níveis de vitamina D. Caso a deficiência seja confirmada, a suplementação pode ser indicada, mas sempre sob orientação de profissional de saúde. Além disso, buscar exposição solar segura e incluir alimentos ricos na dieta são estratégias complementares para manter os níveis adequados e proteger a saúde óssea.

Com informações de Folha — Equilíbrio e Saúde.

Texto produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir da fonte citada.

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