Genes da Idade do Bronze podem aumentar risco de doenças autoimunes
Variantes genéticas que protegeram nossos antepassados contra infecções podem hoje predispor à esclerose múltipla e outras doenças autoimunes.
A seleção natural moldou genes que ajudaram nossos antepassados a sobreviver a infecções, mas hoje esses mesmos marcadores podem aumentar o risco de doenças autoimunes.
Pleiotropia antagônica
Estudos de DNA antigo revelam que variantes genéticas favorecidas na Idade do Bronze (há cerca de 5 mil anos) protegiam agricultores e pastores contra patógenos. Na era moderna, com higiene avançada e antibióticos, essas variantes podem hiperativar o sistema imunológico, desencadeando condições como esclerose múltipla, artrite reumatoide, diabetes tipo 1, lúpus, doença de Crohn e psoríase.
- Esclerose múltipla – forte correlação com variantes bronzeanas.
- Artrite reumatoide – risco associado a mesmos genes.
- Diabetes tipo 1 – influência genética similar.
Os pesquisadores da Universidade de Oxford afirmam que “genes que antes nos protegiam podem agora nos colocar em risco”. A incidência de autoimunidade afeta cerca de 15 milhões de pessoas nos EUA e entre 5 % e 10 % da população dos países industrializados, números que crescem possivelmente por mudanças ambientais, como dieta e poluição.
Espaço disponívelSua marca aqui728×90 · In-ArticleConheça o mídia kit →Embora a genética seja apenas parte do quadro, especialistas recomendam acompanhamento médico para quem apresenta sintomas ou histórico familiar de doenças autoimunes.
Com informações de Folha — Equilíbrio e Saúde.
Texto produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir da fonte citada.
As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



