Idosos com demência e armas em casa têm risco maior de suicídio
Estudos apontam que um terço dos idosos com declínio cognitivo possui armas em casa, e mais de 90% das mortes por arma de fogo nessa faixa etária são suicídios.
Um administrador de saúde aposentado, de 72 anos, vivia sozinho próximo a Seattle e apresentava comprometimento cognitivo leve e depressão. Apesar de não caçar há anos, mantinha uma espingarda descarregada ao lado da cama e uma pistola calibre .45 guardada na gaveta do criado‑mudo, ambas ao alcance da mão.
Pesquisas nos EUA indicam que cerca de um terço das pessoas com demência tem acesso a armas de fogo. Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças registraram 8.226 mortes por arma entre 65 e 85 anos em 2024 – quase 23 por dia – e mais de 90 % desses óbitos foram suicídios.
Como reduzir o risco
Especialistas recomendam uma abordagem de redução de danos: conversar abertamente sobre os perigos, incentivar o armazenamento seguro (armas descarregadas e trancadas) e disponibilizar travas de gatilho ou cofres sem custo. "Os idosos sofrem uma grande quantidade de danos causados por armas de fogo", alerta a geriatra Lena Makaroun.
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- Use dispositivos de bloqueio e cofres para impedir o acesso rápido.
- Profissionais de saúde devem abordar o tema sem julgar, respeitando a autonomia do idoso.
Quando houver dúvidas sobre armazenamento ou risco, procure orientação de um médico, psicólogo ou especialista em prevenção de lesões.
Com informações de Folha — Equilíbrio e Saúde.
Texto produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir da fonte citada.
As informações deste conteúdo são jornalísticas e não substituem consulta com médico, nutricionista ou profissional de educação física.



